Vila Cangamba, tão formosa,
Outra como tu não há igual,
És airosa, bonita e vistosa,
Pequeno cantinho de Portugal.
Com teu ar puro, fresco e saudável,
Teu rio de águas calmas, cristalinas,
Encantas o habitante sempre amável
Com o silêncio das tuas amáveis colinas.
Estribilho
Cangamba, vivemos a teu lado,
Terra modesta, mas notada
onde, barulho não há!
Cangamba, se gostas de ouvir o fado,
Escuta a passarada,
Que o canta cá!...
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Cangamba de eucaliptos majestosos
Abrindo alas na tua avenida.
Perfumes pairam nos ares gloriosos
Desta terra ignorada, mas garrida
Cangamba já cantámos tuas belezas,
De bom, tens algo na verdade
Nem tudo nesta vila são tristezas
Há Sol, alegria e mocidade.
Cangamba, vivemos a teu lado,
Terra modesta, mas notada,
Onde, barulho não há!
Cangamba, se gostas de ouvir o fado,
Escuta a passarada,
Que o canta cá!...
Ilda Ramos, 1964
Despedida do pelotão do Alferes Peixoto
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Marcha de Cangamba
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