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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A voz...

Chega num eco
vindo dos sonhos
que não conhecem barreiras
nem limites...
Chega num murmúrio de amor,
Que arde, que ferve de dor,
Chega num gemido, num rasto de alegria
Que corre nas veias,
Que grita na alma,
Que tece teias
de paixão,
de sentimento,
de ilusão..
Chega uma voz
(no silêncio de palavras escritas)
Ou quem sabe um eco,
um simples murmúrio,
ou até um gemido
sumido,
quase desaparecido
que assalta a consciência
Que enche de sentido o sentido da existência
E que faz inalar a verdadeira fragrância
desse sentimento feito de felicidade e dor
A que alguém concedeu o nome de Amor...

Pombal, 05 de Fevereiro de 2002

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O silêncio não tem palavras

O silêncio não tem palavras.
Mas fala mais do que muitas palavras.
Nem sempre. Às vezes.
O olhar não tem voz.
O olhar não tem palavras.
Mas também fala mais do que muitas palavras.
Nem sempre. Também só às vezes.
Basta calar a voz.
E o silêncio fala.
Basta condensar uma frase numa lágrima.
E o olhar fala.
Sim, quantas vezes se fala sem falar,
Sem usar a voz,
Usando o silêncio,
Usando o olhar...
E quantas vezes falamos sem querer falar,
Tão simplesmente com o olhar?
Quantas vezes pronunciamos o que não queremos
Tão simplesmente com o silêncio que fazemos?

Pombal, 17 de Outubro de 2001

sábado, 7 de novembro de 2009

O meu sentido

Sou feita de Mar,
Amor e Poesia.
Sou sonhadora, prudente, teimosa, insaciável...
Tenho qualidades e defeitos,
como qualquer ser humano.
Vivo de sensações: cheiros, sabores, toques.
Gosto de caminhar,
aprender e trilhar rotas ainda não descobertas.
Sou uma Pessoa...
com sonhos, desejos, projectos, ideias e ideais.
Com sede e fome de mais.

Nota: adaptação ao formato de poema por Rui Moio

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