Vai a caminho da Zãmbia
O comboio de Benguela.
Leva manufacturas
E soldados à janela.
Resfolega quando sobe.
Escorrega quando desce.
No Lobito, enfim, repousa~e faz o que lhe apetece
Em Nova Lisboa, e Aposta
E carrega muita lenha
Que alimenta a fome enorme
Que há de minério de cobre
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Caminho de Ferro
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